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NOS AMAMOS E FAZEMOS MARAPANIM
 
MARAPANIM


 
 

Instrumentos de Carimbó .

 

A Dança do Carimbó .


 
Recepção a quem visita Marapanim.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
           
           

SEJA MUITO BEM VINDO À CAPITAL MUNDIAL DO CARIMBÓ

MARAPANIM é hoje assim conhecida como a Capital Mundial do Carimbó, pela riqueza de sua cultura e por ser o maior Polo de Carimbó do Mundo.
 
CARNARIMBÓ 2010
 
Foram quatro dias de muita animação na Capital Mundial do Carimbó, segundo observadores, foram mais de 15 mil pessoas que prestigiaram o Carnarimbó 2010, de Marapanim, o número de pessoas neste Carnarimbó, ultrapassou os últimos 10 anos.
 
A animação da multidão ficou por conta das Bandas Mocotó Elétrico que puxou o Bloco Coxixo, Banda Asai Pimenta, que puxou o Bloco Tieta o maior bloco do carnaval marapaniense, e Banda Embalo que puxou com muita responsa o Bloco Tô Na Pedra, e Banda Juk Box, que também soube fazer a galera agitar.

O Nascer do Sol na terra do Carimbó.

    Marapanim – PA

    (Significado do Nome: Nome que, em nheegatu (linguagem índigena), significa “borboletinha do mar” ou “borboletinha d’água”).

    O TERRITÓRIO do município, localizado na zona fisiográfica do Salgado, pertencera, remotamente, à fazenda Bom Intento, fundada pelos Jesuítas em fins do século XVIII. Com a expulsão daqueles religiosos do domínio português, a fazenda fora entregue à prosperidade particular, até que, mais tarde, o Padre José Maria do Vale, dela separou uma parte e doou-a para formação do patrimônio de uma freguesia. Sabe-se que, em 1833, Bom Intento já integrava a jurisdição da Vila de Cintra. Essa situação prolongou-se até 1869, quando a localidade adquiriu categoria de Freguesia, sob a inovação de Nossa Senhora da Vitória. Entretanto, continuou fazendo parte integrante daquele município até quando, em 1874, emancipou-se político-administrativamente com a denominação de Marapanim. A sua instalação oficial ocorreu, em 1878. Obteve, ainda, foros de Cidade, em 1895. Anos depois, em 1930, Marapanim foi extinto e anexado ao município de Curuça, donde se restabeleceu no ano seguinte. O topônimo indígena, de origem tupi decompõe-se nos étimos mará ou mbará e panim ou panã + i, que significa “borboletinhas d’água ou do mar”. Aos habitantes locais dá-se o gentílico de “Marapanimenses”.

    Gentílico: marapaniense

    Formação Adminstrativa

    Distrito criado com a denominação de Marapanim , pela lei provincial de nº 610, de 21- 10-1869, subordinado ao município de Curucá. Elevado à categoria de vila com a denominação de Marapanim, pela lei provincial nº 802, de 04-03-1874, desmembrado de Curucá. Instalado em 15-01-1878. Elevado à categoria de cidade e sede municipal com a denominação de Marapanim, pela lei estadual nº 324, de 06-07-1895. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 4 distritos: Marapanim, São Marcos, São José do Prado e Matapiquara. Pela lei municipal nº 43, de 07-12-1911, são criados os distritos de Matapiquara, São Marcos e São José do Prado. Pelo decreto estadual nº 6, de 04-11-1930, é extinto o Município de Marapanim, sendo seu território anexado ao município de Vigia e São Caetano do Odivelas. Pelo decreto estadual nº 78, de 27-12-1930, o distrito de Marapanim deixou de pertencer aos municípios de Vigia e São Caetano de Odivelas, sendo anexado ao município de Curuça. Elevado novamente à categoria de Município com a denominação de Marapanim, pela lei estadual nº 111, de 21-01-1931, desmembrado de Curuçá. Constituído de 2 Distritos Marapanim e Curuçá. Reinstalado em 03-02-1931. Sob a mesma lei o município adquiriu dos municípios de São Caeteno de Odivelas e Vigia o distrito de Curuçá. Pelo decreto-lei nº 680, de 27-06-1932, desmembra do Município de Marapanim o Distrito de Curucá, para formar o novo Município de Castanhal.